A convivência no cotidiano do trabalho

A convivência no cotidiano do trabalho

Atualmente é comum deparar –se no cotidiano com a seguinte frase: “estamos em uma correria só”, o tempo está passando muito rápido. “E não temos tempo para nada, muito menos para cumprimentar o colega de trabalho, com “bom dia”.

Tal realidade apresenta a convivência no mercado de trabalho, que  está resumida a “arquipélagos humanos”, onde cada um se preocupa com o que tem para fazer, naquele determinado espaço de tempo. E resume-se desde o momento que a pessoa entrou na empresa, até a hora que vai embora. E na maioria das vezes, os diálogos desta pessoa, encontram-se confinados ao seu aparelho celular, cujas redes sociais estão sempre atualizadas em “tempo real”.

É possível a seguinte reflexão: “Qual seria o principal motivo desta falta de interação entre os colegas de trabalho, uma vez que desde a origem do ser humano, já há a comunicação entre os seres da mesma espécie?

Uma resposta simples, está inserida no egocentrismo presente entre cada um, pois preocupam –se apenas com o seu “trabalho”. E esquecem na maioria das vezes que o ambiente ao redor, há seres humanos, semelhantes a si. E “bom dia”, não “adiantaria” ou atrasaria” a produtividade. E muito pelo contrário, tornaria o ambiente de trabalho mais harmonioso e feliz de trabalhar.

Como dizia Paulo Freire: “mudar é possível mas é preciso e urgente”, sendo assim, cabe a cada “colega de trabalho” de maneira individual mudar o ambiente, partindo de atitudes individuais. E posteriormente o ambiente de trabalho, passará de “arquipélagos humanos”, para uma “sociedade profissional”.

Thaís Rufatto dos Santos – Psicóloga

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