Marco Antonio Villa

Escritor e comentarista

Marco Antonio Villa motiveação

Marco Antonio Villa é historiador, escritor, comentarista da Jovem Pan, TV Cultura e TVeja, colunista n’O Globo e com artigos publicados na Folha de S. Paulo, Estadão, La Nacion dentre outros.

Foi professor da Universidade Federal de São Carlos (1993-2013) e da Universidade Federal de Ouro Preto ( 1985-1993). É Bacharel (USP) e Licenciado em História (USP), Mestre em Sociologia (USP) e Doutor em História USP).

Também profere palestras em todo o Brasil sobre História e conjuntura política, além de ser convidado habitual de programas televisivos como: Globo News Painel, Jornal Nacional (Rede Globo), Programa do Jô ( Rede Globo), Roda Viva ( TV Cultura), UNIVESP TV.

“Marco Antonio Villa é historiador e recentemente escreveu um livro sobre o governo Collor.”

 

 

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Livro---Collor-presidenteCollor presidente – Trinta meses de turbulências, reformas, intrigas e corrupção – Tudo sobre os trinta meses de turbulências, reformas, intrigas e corrupção e governo Collor. O governo Collor é dos mais (mal) falados da história brasileira. Mas quem de fato conhece, em detalhes, os trinta meses em que um desconhecido ex-governador de Alagoas presidiu o Brasil? Este livro vem para preencher esta grave lacuna. Autor do best-seller Década perdida, o historiador Marco Antonio Villa pesquisou arquivos desconhecidos, investigou documentos inéditos e entrevistou dezenas de personagens do período – inclusive o próprio Fernando Collor. O resultado é uma brilhante reconstrução do ambiente – político, econômico e cultural – que permitiu os trinta meses de turbulências, reformas, intrigas e corrupção do governo Collor.

 

Livro---Um-país-sem-partidoUm país partido: 2014 a eleição mais suja da história – Um raio-x das eleições mais comentadas e turbulentas desde 1989! Ninguém passou imune pelas eleições de 2014. Após 12 anos de governo do Partido dos Trabalhadores, o Brasil se dividiu entre apoiadores apaixonados da continuidade do projeto do PT e eleitores indignados com os escândalos de corrupção e dispostos a mobilizar grandes contingentes de pessoas para o voto na oposição. Os debates, as trocas de acusação, as matérias na imprensa e, principalmente, as redes sociais foram responsáveis por um momento de politização nunca antes experimentado, e também pelo acirramento de uma disputa polarizada só comparável à ocorrida em 1989.

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